terça-feira, 8 de dezembro de 2009

SEGREDO – Mercedes-Benz SLK chega à terceira geração em 2011

Estilo seguirá as linhas do que foi introduzido pelo SLS AMG

Três anos antes de sua apresentação oficial, conseguimos fotos que provam: a Mercedes-Benz já está trabalhando duro na terceira geração do SLK. Flagramos o carro e tivemos sorte de fazer fotos tão nítidas, apesar da camuflagem pesada, que tiramos com a ajuda de nossos artistas da projeção.Os disfarces são pesados, sim, mas permitem visualizar a nova grade dianteira e os faróis, que serão mais altos e quadrados que os atuais, seguindo o estilo inaugurado pelo SLS AMG. O novo SLK também perderá o “nariz” inspirado em um Fórmula 1 que o modelo atual ostenta. DRL (Daytime Running Lights), os faróis diurnos, novos puxadores de porta e espelhos retrovisores maiores, “espetados” na carroceria, em vez de integrados ao vidro dianteiro serão outras mudanças sensíveis. De igual, só o teto rígido retrátil.Fonte:webmotors
Disponível em:
http://www.webmotors.com.br/wmPublicador/Segredos_Conteudo.vxlpub?hnid=43476

SEGREDO - Chevrolet Camaro Cabrio será feito em 2011

Em 25 de novembro, a GM sutilmente deixou escorregar para dentro do release do novo Buick Regal a frase “Produção do Camaro conversível em Oshawa a partir do primeiro semestre de 2011. Segundo nossas fontes, essa data pode ser trazida para o mais cedo possível e começar já em fevereiro de 2011.Com a data de lançamento firmemente confirmada, a GM não perdeu tempo em levar a Michigan, sede da companhia. Consegimos tirar diversas fotos do Camaro Cabrio com capota de lona. Na versão SS, ele estava saindo de um dos portões da empresa pouco antes de a noite chegar. Apesar de ser uma notícia boa para os fãs do Camaro, a má notícia é que o carro vai levar pelo 15 meses para chegar às revendas no exterior (e às importadoras independentes no Brasil).Fonte:webmotors
Disponível em:
http://www.webmotors.com.br/wmPublicador/Segredos_Conteudo.vxlpub?hnid=43475

Apesar de maior, briga do Cerato é com o City

No lançamento do Kia Cerato, em agosto deste ano , a marca não escondeu que o objetivo do modelo era brigar no mercado de sedãs com o então recem-chegado Honda City. Mas, como, se o coreano tem o porte do Civic? Uma rápida olhada na tabela de preços e lá está a resposta. O Cerato mais barato custa R$ 51.500 e conta com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo e CD-Player. Por R$ 54.700, é possível levar para casa ar-condicionado digital, freios ABS com EBD (distribuidor eletrônico de frenagem) e rodas de 16 polegadas. Escolhemos, então, a versão automática, que traz tudo isso, e sai por R$ 59.800.O Honda City não tem um preço tão atrativo assim. Custa R$ 57.420 na versão LX com ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, airbag duplo e CD-Player. Com câmbio automático, pula para R$ 61.300. Para igualar os equipamentos que o Cerato oferece, foi preciso escolher a versão EX, que adiciona freios ABS com EBD, ar-condicionado digital e controlador de velocidade. Nessa configuração com câmbio automático, o sedã da Honda sai por R$ 66.855.City é flex e Cerato responde com desempenhoSe na hora da compra, a Honda castiga o bolso, no momento do abastecimento, a história é outra. O City leva vantagem em alguns estados brasileiros por ser flex. Seu motor de 1,5 litro 16V com comando variável entrega 115 cv com gasolina e 116 cv com álcool a 6.000 rpm. O torque máximo de 14,8 kgfm aparece aos 4.800 giros independentemente do combustível utilizado. A Honda não divulga dados de consumo, mas na medição do iCarros, em circuito misto, o carro andou 6,1 km/l com etanol. Um ponto fraco é a autonomia baixa por culpa do tanque de 42 litros. Se mantida a média de consumo, é possível rodar apenas 256 km.A motorização flex do Cerato está prevista para o ano que vem. O propulsor a gasolina atual, no entanto, entrega desempenho. O 1.6 litro 16V, também com comando variável, rende 126 cv aos 6.300 rpm e torque máximo de 15,9 kgfm aos 4.200 giros. O consumo medido ficou em 8,9 km/l, sendo que o tanque tem capacidade para 52 litros. A performance do carro só não foi melhor por causa do câmbio automático de quatro velocidades contra as de cinco do City. O Kia, ao menos, oferece trocas sequenciais, mecanismo disponível somente no Honda EXL, topo de linha que custa R$ 72.625.Os números não mentem: o Cerato anda mais e tem um comportamento dinâmico melhor. O motor é mais suave e silencioso. As respostas ao acelerador são imediatas e a direção é direta. Em velocidades mais altas, porém, ela continua leve demais, deixando o carro ‘bobo’. A dirigibilidade do City, por sua vez, está mais para Fit que para Civic. A posição é mais alta e a condução mais calma que esportiva. O propulsor de 1,5 litro está lá para fazer o seu trabalho e nada além disso.Cerato tem mais espaço; City se preocupa com segurançaO Kia Cerato tem 4,53 m de comprimento, 1,77 m de largura e 2,65 m de entre-eixos. Vence o City em todas as medidas, já que o Honda tem 4,40 m, 1,69 m e 2,55 m, respectivamente. As dimensões maiores dão larga vantagem para o coreano no espaço interno. Os cinco ocupantes se acomodam bem, inclusive quem vai atrás. Para as bagagens, há 506 litros disponíveis no Honda e 415 litros no Kia.
O City não deixa a desejar, mas, por ser mais estreito, faz com que três adultos encontrem dificuldade para encaixar os ombros no banco de trás. Por outro lado, a Honda mostrou preocupação com segurança, oferecendo cinto de três pontos e apoio de cabeça para o passageiro central. O equipamento também favorece a instalação de cadeira de bebê no meio, mais ao alcance dos olhos e das mãos do motorista.Nos dois sedãs, o fato é que a reclamação maior não vai ser tanto do espaço, mas sim do conforto de rodagem. As suspensões de ambos são calibradas para serem firmes, até duras no caso do City, e transmitem cada imperfeição do piso. Para o motorista, no entanto, há maior garantia de estabilidade nas curvas.No que diz respeito ao acabamento, não há porque torcer o nariz. As peças são agradáveis ao toque e os encaixes não deixam folgas. O Cerato peca um pouco pelo excesso de plástico. Para quem faz muita questão, o City possui um pequeno pedaço de tecido nas portas. Por falar neles, outro pênalti da Kia. O tecido escolhido para forrar os bancos do Cerato são finos e claros demais; colocar couro torna-se quase obrigatório. No City, o pano é de boa qualidade e a pele animal vem na versão EXL.A Honda dá um interior mais conveniente para os passageiros. A abertura do porta-malas pode ser feita internamente, item que falta ao Cerato. O som conversa melhor com o Apple iPod, dando maior controle. No Cerato, as músicas ficam em pastas desordenadas. O aparelho de som do City, no entanto, tem memória de rádio fora do comum, sem os tradicionais botões de 1 a 6. É preciso se acostumar; o CD-Player fica escondido atrás do visor.O ar-condicionado do Cerato é mais intuitivo, com botão de temperatura giratório e central, assim como o de volume do rádio. O console central, aliás, é bem simétrico, amostra de que a direção é facilmente adaptável para qualquer país. Os visores, com iluminação em vermelho, trazem números grandes e de fácil leitura, mas não experimente circular durante o dia com os farois acesos ou você não vai conseguir ler quase nada.Concorrentes têm estilos parecidosQuem olha para o Cerato, inevitavelmente se lembra do Civic. Os farois de duas parábolas são afilados e se alinham com a grade. As lanternas traseiras são horizontais e têm um formato parecido com o sedã da Honda, assim como a distribuição das luzes. Somente as laterais assumem uma identidade própria, com a linha de cintura que nasce nos retrovisores e terminam nas lanternas.Com o City, as linhas seguem praticamente a mesma receita e até se ouviu a pergunta “não se trata de um novo Civic?” enquanto o carro era avaliado. Mas um olhar mais atento descobre que a inspiração do sedã menor da Honda é de duas categorias acima, o Accord. As lanternas são quadradas com dobras que acompanham a carroceria. A grade com três filetes são simétricas aos farois monoparábolas. As laterais têm linhas parecidas, assim como o desenho das maçanetas. O interior com vincos pronunciados também vieram do ‘irmão’ maior.Veredicto de Fernando Pedroso – O Cerato é mais barato e equipado, maior e tem melhor desempenho. É a escolha mais certa, apesar de esbarrar na rede de concessionárias menor que a da Honda e no fato de ser importado, enquanto o concorrente é nacional.

Luxgen 7, o primeiro “jipe” de luxo da marca tailandesa Luxgen

Apostando no segmento dos modelos de luxo, a Luxgen apresentou seu primeiro jipe que promete desafiar as referências do segmento. O modelo, Luxgen7, tem 4,8 metros de comprimento e traz vários equipamentos de série, como por exemplo, o controle de velocidade ativo e estabilidade, sistema de visão noturna, revestimento em couro, além de um sistema de áudio de última geração. Destaque também para os sete airbags, bancos dianteiros e traseiros com aquecimento, aplicações em madeira e alumínio no interior, faróis adaptativos bi-xenon e ar condicionado de três zonas.
Equipado com motor 2.2i Turbo a gasolina, que será base para o desenvolvimento de um hibrido posteriormente, o Luxgen 7 conta com 180 cv e tem transmissão automática sequencial .
A montadora não divulgou informações sobre preços, mas garantiu que se o modelo tiver boa aceitação no mercado, deverá também ser apresentado em outras regiões, como por exemplo o Oriente Médio.
Fonte: carmagazine
Disponível em:
http://carmagazine.uol.com.br/materia/?id=09340232021&imagem=748_Luxgen7_2.jpg#TITULO

Os novos foguetes

Audi R8 V10, Corvette ZR1 e Aston Martin V12 Vantage. Muito motor, muita velocidade, muita potência, muito tudo. Qual é o melhor?
O Corvette C6 com seus 431 cv, o Aston Martin V8 Vantage de 420 e o Audi R8 de 414 são estáveis, proporcionam pilotagens inesquecíveis e freiam como poucos carros no mundo. São lindos, rápidos e causam sensações que vão do prazer ao medo. Tudo isso é suficiente? Não, eles evoluíram, para melhor, confira.
Corvette ZR1, Vantage V12 e o Audi R8 V10 estão num patamar superior dos três acima, inclusive de preço. Os quase R$ 320 mil do ZR1 são quase o dobro do C6, sendo apenas 0,6 s mais rápido que seu primo mais pobre, de zero a cem. O Vantage V12 teve um acréscimo no preço de R$ 155 mil em relação ao V8, e em troca disso dá 16 km/h a mais de velocidade final, enquanto o Audi V10 melhorou 0,7 s em relação ao V8 de 0 a 100 km/h, com 16 km/h de acréscimo na velocidade máxima, em troca de R$ 60 mil acrescidos ao preço.
No entanto, como de costume, os números não contam a história completa. Quem escolhe um deles está atrás não apenas de desempenho e marcas, mas principalmente da alma de cada um desses foguetes. Eles são maldosos, os valentões da classe, a última palavra, e disso ninguém duvida. São também os últimos românticos, um tipo de carro que em breve não terá mais espaço nesse planeta.

Somando-se os três motores, chegamos a 17,4 litros de deslocamento em absurdos 30 cilindros. O Corvette é responsável pela maior fatia dessa conta, com seu V8 chargered de 6.162 cc, seguido de Aston e Audi, com 5.935 cc V12 e 5.204 cc V10, respectivamente.
Baseado no motor LS9 do C6 e não no 7.011 cc do Z06, o motor do ZR1 é compacto (small block), apesar de sua alta capacidade. Construído a mão no Centro de Performance da GM em Wixom, Michigan, ele é equipado com compressor acionado por correia, auxiliado por um sistema de refrigeração que diminui a temperatura do ar na admissão. O motor é delicioso. Seu virabrequim é forjado em aço, as bielas são de titânio, os pistões são forjados em alumínio e as válvulas de escape recebem tratamento térmico especial.
Apenas o Audi tem motor entre-eixos, o mesmo V10 do modelo S8 e do Lamborghini Gallardo. Este 5.204 cc com cárter seco gera 54,05 kgfm de torque - o pior entre os três - mas é o que gira mais (8700 rpm). Seu pico de potência de 517 cv supera os 510 cv do Aston Martin, mas fica atrás dos 638 cv do Corvette.
O V10 da Audi entrega potência e eficiência graças ao alto regime de rotação e ao sofisticado sistema de injeção direta, sem compressores e outras coisas penduradas. Seu ruído não é tão maravilhoso como o do Gallardo sem a injeção FSI. Mas é maravilhoso mesmo assim.

Falando em ruído, o V12 6.0 l, 48 válvulas do Aston consegue entregar um som que só um V12 é capaz. Rico, “cremoso”, sedutor, em tons que os V8 e os V10 jamais chegarão. A Audi dirá que o dela é menor, mais leve, com menos componentes que geram atrito e que entrega os mesmos resultados com mais eficiência. Correto. Porém, use os três carros alternadamente e perceba que nada disso importa. Os 731 cc dos cilindros extras do Aston Martin geram uma sinfonia inigualável, colocando-o como orador da turma, e isso importa muito nesse tipo de carro. Pressione a tecla Sport e válvulas no escapamento se abrem, aumentando ainda mais o som. O botão Sport será o seu preferido no painel.
Não podemos esquecer que se trata de um motor de quase 15 anos, que não traz várias das tecnologias recentes, como a injeção direta, por exemplo. Apesar de ter muita potência e torque, não gira tanto quanto o V10 do Audi e consume bem mais que o V8 do Corvette. O V12 chega ao limite com facilidade quando exigido, ficando a impressão que ainda teria algo a dar, uns 50 cv, quem sabe? O conjunto do R8 é o que mais convida para explorarmos seu limite, mais do que jamais tenhamos sido convidados no mundo dos supercarros. Como? Com um equilíbrio fantástico, estabilidade inigualável e sensação de dirigir plena, graças a seu sistema de tração integral, que funciona com precisão absoluta, sem exigir muito da suspensão Magnetic Ride.
Elogios? Claro que sim, apesar de que motoristas mais ousados reclamariam da falta de ter o que fazer, já que o carro faz sozinho todo o trabalho. O Aston vai em direção oposta, dando liberdade para interagir com a dinâmica do carro. O Corvette é uma mistura das duas coisas, mas cobra sempre a presença de seu condutor.
O Aston não se comporta de forma tão neutra quanto o R8. Não tem tração integral, o motor não está entre-eixos (apesar de estar bem perto disso) e você não pode abusar também dos Pirelli P Zero Corsa na chuva. No limite, exige pilotagem aguçada, que se faça exatamente o que deve ser feito. O V12 convida para uma guiada mais forte, no limite, pois é ali que mostra suas qualidades, diferente do Corvette, que pune o motorista pelos deslizes cometidos em altas rotações. Não é o melhor carro do teste, mas certamente é o mais prazeroso deles.
O ZR1 é de longe o mais rápido em aceleração. Faz de 0 a 100 em 3,6 s, contra os 3,9 s do Audi e os 4,2 s do Aston. Desligar o controle de tração do Corvette é pura diversão nesse tipo de teste, que proporciona derrapagens e “donuts” fantásticos, controlados com a combinação de acelerador e embreagem. O Audi e o Aston são os melhores nas arrancadas, graças aos motores colocados mais ao centro, conferindo mais aderência, por causa do melhor equilíbrio de massas.
Amortecedores reguláveis são itens de série tanto no ZR1 como no Audi, que têm opções “normal” e “sport” definidas pela atuação do campo magnético que interage com o fluido magnetizado dos amortecedores. O sistema é apelidado de Magnetic Ride. O Corvette responde de forma mais óbvia, com rolagem suave da carroceria, no Audi a resposta é mais neutra. Diferentemente dos dois, a posição “Sport” no Aston Martin não altera a suspensão, limitando-se a deixar o acelerador mais sensível e o escapamento mais aberto. Um sistema chamado DSC (Dynamic Stability Control) oferece três estágios: ligado, desligado e intermediário (track mode). Audi e Corvette também têm a opção intermediária, porém o ZR1 exigirá a intervenção do motorista mesmo nessa opção. Não é sensato nem necessário desligar os sistemas de estabilidade na estrada – todos os três carros são suficientemente soltos no modo intermediário para o motorista sentir-se convenientemente envolvido.
Inegavelmente o Audi tem o melhor conforto de rolagem entre os três, na verdade, o R8 deve ser o melhor Audi nesse quesito, comparável até aos grandes sedans. O Aston Martin, com sua suspensão de reações lentas é afetado também pela construção dos pneus de alta performance, gerando conflito entre conforto e desempenho. O Corvette? Apesar dos ótimos amortecedores, ele prefere pisos lisos e perfeitos.
Corvette e Aston Martin são equipados com freios de cerâmica, enquanto o Audi é de aço, oferecendo os cerâmicos como opcionais por R$ 21 mil. Aston e Corvette mostram ótimo desempenho em frenagem, nenhum sinal de fadiga e progressão interminável, apesar de que as unidades de aço do Audi não deixam a desejar. Nossos pilotos de testes gostaram mais dos freios do Corvette e do Aston Martin. No final das contas, o Corvette acabou eleito como o melhor freio dos três.Pagando o preço
Com preços de R$ 300 mil e R$ 320 mil respectivamente, Audi e Corvette se equivalem. Para ter um Aston Martin Vantage você desembolsará R$ 405 mil. O mais vendido é o Audi, com 49% depois de três anos no mercado, seguido de perto pelo Aston, 42% e em último o Corvette (38%) não tão popular na Europa.
Os três vêm com navegador por satélite, controle de temperatura e bancos elétricos. O Audi tem bancos aquecidos, porta-objetos e sistema de som Bang & Olufsen hi-fi com disqueteira. Faróis com LEDs são originais no R8, com sensores de estacionamento opcionais (de série no Aston, indisponíveis no Corvette).
Mesmo sendo o mais caro da turma, o Aston tem o banco tipo concha de seis posições programáveis na lista de opcionais. Além do conforto, reduz o peso do carro em 34 kg. O sistema de som de 700 watts também é opcional.
O Corvette é o mais despojado de todos, mas não sentirá falta de nada. Dos equipamentos de série, os freios de carbono e o excelente display superior (head display), não disponível no Audi e no Aston Martin, que podem ser personalizados pela Via Audi Exclusive e Aston Works Service, mediante um bom pagamento, óbvio.
Dentro dos habitáculos
O interior de um esportivo deveria prover informação ao motorista de forma clara e direta, além de ter visibilidade eficiente. Nenhum deles atendeu a nem uma coisa ou outra.
O Aston Martin é dos três, o que tem o melhor interior. E mesmo com uma repaginação dos instrumentos, é falho na leitura e entrega de informações. A luz indicadora de marcha é impossível de ser lida de dia e as informações de painel são muito pequenas, dificultando a leitura. Alguns componentes Ford não combinam com a atmosfera, como o navegador por satélite e suas hastes baratas. Em compensação, é o Aston mais solidamente construído que já testamos, além de confortável, foram empregados materiais de primeira.
O Audi tem o mais eficiente interior, mas falha na ambientação. Falta apelo emocional. A alavanca de câmbio talvez seja o único item que remete a um apelo esportivo, num ambiente completamente invadido por componentes do TT (volante, bancos, navegador e controles de temperatura). Nada de errado com eles, mas num carro de R$ 300 mil, a Audi poderia caprichar um pouco mais, apesar de ter a melhor ergonomia e qualidade dos três.
A visibilidade no Audi também supera seus rivais, graças às colunas A, menos inclinadas e ao para-brisa maior. Mas o carro é difícil de manobrar por causa da posição do motorista, bem melhor no Aston, onde você enxerga melhor a estrada. O Corvette jamais ganharia uma disputa de melhor visibilidade na Inglaterra (onde foi feito o teste), afinal, só tem volante do lado esquerdo.
E o que dizer do interior do Corvette? Fraco, uma pena. OK sabemos que o carro custa nos EUA o equivalente a R$ 200 mil, mas precisava oferecer um interior tão despojado? Materiais baratos, layout ultrapassado, gráficos espartanos e bancos simples. E por falar em bancos, são muito ruins mesmo. A adoção de unidades melhores, mais anatômicas, sem dúvida aumentaria a sensação de pilotagem e segurança do carro em pelo menos 20%. A única coisa que realmente se destaca é o display com opções para diversos usos. É uma solução que o Aston deveria pensar seriamente, para amenizar seu crítico problema de leitura dos instrumentos.
O porta-malas do Audi tem capacidade de 100 litros em baixo do capô na dianteira e um pequeno espaço atrás dos bancos. No Aston Martin, 300 litros na traseira. Nenhum deles chega perto do Corvette e seus 634 litros em baixo do tradicional vidro traseiro de peça única.
O carro mais rápido leva o troféu. O Corvette ZR1 é feroz, musculoso e ruidoso como todo grande esportivo americano deve ser. Tem a honra de estar ao lado do Shelby Cobra como os melhores esportivos americanos de todos os tempos. Mas apesar de seu desempenho de carro de 1 milhão de dólares, intensidade e excentricidade, não é tão bem resolvido quanto o Audi e o Aston. Quando a estrada e o clima conspiram a favor, torna-se um carro soberbo. Mas tanto o Audi como o Aston tem mecânicas mais refinadas, que proporcionam mais diversão por mais tempo.
Escolher um vencedor entre o alemão e o inglês é praticamente impossível. O Audi é mais do que um carro brilhante, é um carro significativo, que reinventou o conceito de supercarros. Pode estar alinhado no grid das 24 Horas de Le Mans, como estacionar num café, fazendo as duas coisas com eficiência. A grande ironia é que o R8 deve ser a escolha de proprietários que sonham com longas viagens de férias, até descobrirem que quase não há espaço para bagagens como no Aston Martin ou no volumoso Corvette.

Aston Martin V12 Vantage
O maior motor da Aston Martin montado em seu menor chassi. Receita ruim ou o melhor conjunto? É o mais caro deles, com boa margem
Preço - $ 405 mil Motor - 5935 cc 48 v V12Potência - 510 cv a 6500 rpm Torque - 58,06 kgfm a 5750 rpmTransmissão - Manual, seis marchas, motor dianteiro, tração traseira

Corvette ZR1
Você precisará de muito mais dinheiro para comprar outro carro semelhante e ele. É monstruosamente rápido, mas não tão estável quanto os concorrentes
Preço - R$ 320 milMotor - 6162 cc 16 v V8 com compressorPotência - 638 cv a 6500 rpmTorque - 83,50 kgfm a 3800 rpmTransmissão - Manual, seis marchas, motor dianteiro, tração traseira

Audi R8 5.2 FSI quattro
Ficou ótimo com o motor V10 derivado do Lamborghini. Incrivelmente rápido e fácil de dirigir. Reescreveu a história dos supercarros
Preço - R$ 300 milmotor - 5204 cc 40v V10Potência - 517 cv a 8000 rpmTorque - 54,05 kgfm a 6500 rpmTransmissão - Manual, seis marchas, motor central, tração integral

Autotechnik prepara M3 conversível

A Autotechnik mostrou nesta segunda (7) as primeiras imagens do Thunderstorm M3. Baseado na BMW M3 conversível de 420 cavalos, o modelo recebeu alterações visuais e mecânicas. Entre as principais mudanças estão a adição de um compressor ao V8 4.0, elevando a potência para aproximadamente 500 cavalos, segundo a marca. Os pneus de 20 polegadas de 24,5 cm de largura na frente e 28,5 cm atrás forçaram o uso de alargadores de 2 cm em cada eixo para comportar o conjunto, maior que o original. Amortecedores esportivos KW completam o pacote básico de preparação, que pode incluir acabamento na cabine de fibra de carbono ou cristais Swarovski.Fonte:icarros
Disponível em:
http://icarros.uol.com.br/noticias/geral/autotechnik-prepara-m3-conversivel/7412.html/

Tommy Kaira divulga GT-R preparado


A tradicional preparadora japonesa Tommy Kaira apresentou as primeiras imagens do Nissan GT-R que está customizando. O esportivo japonês de 480 cv receberá novos para-choques e saias laterais de fibra de carbono, além de bancos e suspensão renovados. Não foi revelado se o motor V6 3.8 biturbo terá sua potência alterada. O modelo, já em fase final de preparação, será apresentado ao público no Salão de Tóquio, em janeiro de 2010. Fonte:icarros
Disponível em:
http://icarros.uol.com.br/noticias/geral/tommy-kaira-divulga-gt-r-preparado/7408.html/

Próximo sedã médio da VW se chamará Jetta

Segundo a revista norteamericana Car and Driver, o novo três volumes desenvolvido pela Volkswagen se chamará Jetta - apesar de não ser uma reestilização do sedã homônimo atual. Com previsão de lançamento para junho nos Estados Unidos, o Jetta será oferecido também no Brasil, mirando no segmento liderado por Toyota Corolla e Honda Civic. Por ser fabricado no México, o novo sedã será isento de impostos de importação, assim como o Jetta atual e Bora, que deixarão de ser oferecidos. Tal qual o Jetta atual, haverá uma versão esportiva GLI para o mercado americano.

Rapide custará R$ 345 mil nos EUA

O controverso Aston Martin Rapide teve seu preço nos Estados Unidos anunciado: cerca de R$ 345 mil, pela cotação atual. Primeiro carro da marca a ter quatro portas, o esportivo é equipado com um motor V12 de 477 cv de potência. As concessionárias da Aston Martin nos Estados Unidos já aceitam encomendas, enquanto a previsão é que a marca venha ao Brasil de maneira oficial no primeiro semestre de 2010. Assim como o DB9 e V8 Vantage, o Rapide será oferecido no País, concorrendo com Porsche Panamera e Maserati Quattroporte. Fonte:icarros
Disponível em:
http://icarros.uol.com.br/noticias/geral/rapide-custara-r--345-mil-nos-eua/7404.html/

LFA só será vendido em uma loja na Europa

Pouco mais de um mês após apresentar a versão final do esportivo Lexus LFA, a Toyota, proprietária da marca, afirmou que somente uma concessionária na Europa irá vender o modelo de 560 cavalos. A Lexus Park Lane, em Londres, já expôs uma unidade do LFA, cuja produção só começa no final de 2010, se estendendo até 2012, quando todas as 500 unidades tiverem sido produzidas. Apesar de terem que disputar as raras unidades destinadas àquele mercado, europeus poderão comprar o LFA de imediato, enquanto norteamericanos terão que fazer um leasing, podendo opcionalmente concluir a compra após dois anos.

Dacia baixa preço do Sandero na Alemanha

Que tal comprar um Sandero com ABS, airbag duplo e motor 1.2 de 75 cavalos por R$ 18.024? Para isso basta você ir à Alemanha, onde a Dacia, fábrica romena adquirida pela Renault, baixou o valor de tabela de seu modelo de entrada. Com o preço reduzido em 510 euros, o Sandero se tornou o carro mais barado da Alemanha, custando € 6.990. Por aqui o hatch usa o nome Renault e é vendido por R$ 29.930 com motor 1.0 flexível de 77 cavalos quando abastecido com álcool. Ao contrário do irmão europeu, o Sandero brasileiro só pode receber ABS e airbag duplo na versão topo de linha Stepway, de R$ 42.750.

Infiniti M37 V6

Mercedes fábrica ultimo modelo em parceria com McLaren

As duas marcas já tinham se separado na F1 e agora foi a vez da separação no mercado automotivo e a Mercedes SLR McLaren marcou a separação das marcas.
O ultimo modelo produzido foi a serie especial da SLR McLaren chamada de Stirting Moss, que homenageia o piloto Homônio que foi o primeiro a ganhar um GP de F1 atrás do volante de um dos carros da marca.
A primeira unidade da SLR foi lançada em 2004 e contava com um motor de 5.4 litros V8 supercharged que rendia 626 cavalos de potencia. Com toda essa capacidade, o modelo consegue fazer de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos, conseguindo fazer 334 km/h de velocidade final.
Com a saída do SLR McLaren, quem toma seu trono é o novo modelo apresentado no Salão de Frankfurt, a nova Mercedes SLS AMG que vai começar a ser vendida em janeiro.Fonte: carangoblog
Disponível em:
http://www.carangoblog.com/post/2661/mercedes-fabrica-ultimo-modelo-em-parceria-com-mclaren

Nissan Micra será apresentado no Salão de Genebra 2010

Depois de revelar mais detalhes do compacto Micra, a Nissan apresentará oficialmente seu compacto que será oferecido globalmente no Salão do Automóvel em Genebra de 2010, que ocorrerá no mês de março.
O modelo será construído sob a nova plataforma “V” da Nissan, na China, Tailândia e Índia e de acordo com a companhia foi concebido pra oferecer uma máxima compatibilidade com os diversos mercados onde será oferecido, já que a Nissan tem em mente oferecer o Micra em mais de 150 países.
Mesmo não oferecendo o veiculo no Japão, Europa e Estados Unidos, a Nissan garante que o modelo oferecerá uma qualidade inquestionável através de Vicente Cobee, responsável pelo novo projeto, dizendo que: “O fato de que não vamos lançar estes carros do Japão, Europa ou nos Estados Unidos não terá absolutamente nenhum impacto sobre a sua qualidade. Nosso comprovado sistema global de produção de alta qualidade tem garantido padrões de classe mundial”
A companhia também deu dicas de que poderá pedir a ajuda de um turbocompressor em seu pequeno motor , pra compensar o seu tamanho reduzido, além da possível utilização de um sistema duplo de injeção de combustível.

Ferrari 458 Itália vence concurso de Carro do Ano e Superesportivo do Ano

A Ferrari acaba de ganhar os concursos promovidos pela prestigiada e renomada revista automotiva BBC Top Gear Magazine de “Carro do ano” e de “Superesportivo do Ano” com a sua recém lançada F-458 Itália.O resultado e conclusão dos jornalistas foram obtidos depois de uma serie de testes efetuados pela imprensa internacional, no qual concluíram que a Ferrari atingiu o seu objetivo ao fazer um modelo de destaque em seu segmento, seguindo como uma nova referencia em desempenho, prazer na condução e na qualidade da vida a bordo.De acordo com os jornalistas da revista e responsáveis pela votação, a Ferrari F-458 Itália “definiu um novo limite no segmento dos carros esportivos, elevando-o a um nível nunca antes alcançado”. Além disso, é a primeira vez que a companhia italiana conseguiu o premio de “Carro do Ano” oferecido pela Top Gear, apesar de agora ela conseguir acumular 8 prêmios com os 2 desse ano obtidos consecutivamente nesses últimos 7 anos.Fonte:carangoblog
Disponível em:
http://www.carangoblog.com/post/2666/ferrari-458-italia-vence-concurso-de-carro-do-ano-e-superesportivo-do-ano

Mistério: Novo Chrysler 300C

Segundo fontes, o novo sedan da Chrysler irá receber um novo desenho bem no comecinho do ano, no dia 1º de janeiro de 2010.
As mudanças mais drásticas deveram acontecer na sua dianteira, onde deve aparecer uma nova grade e frisos horizontais em lugar da tela de colméia.
Para aumentar mais a curiosidade dos seus fãs, a marca resolveu fazer uma imagem de divulgação mostrando apenas a dianteira do novo modelo em uma escuridão imensa.

MINI Coupê e Roadster serão produzidos em 2010

A produção dos modelos MINI modelos Coupê e Roadster apresentados no Salão do Automovel de Frankfurt e Los Angeles já têm data para começar.
Os modelos que até então eram conceito estão passando por alguns ajustes e melhorias principalmente em seu design antes de começar a ser produzido em 2010.
Sua pré – produção esta programada para junho de 2010 e os lotes iniciais começarão a sair em outubro do mesmo ano.Fonte:carangoblog
Disponível em:
http://www.carangoblog.com/post/2669/mini-coupe-e-roadster-serao-produzidos-em-2010

Vídeo: Ferrari F430 Spider sendo transformada

C6.BlackforceOne American Beauty C6 Z06 ZR1 Video:

Novo Volkswagen logus by:Calango

Um carro que concerteza marcou época foi o Logus, que foi um automóvel fabricado pela Volkswagen do Brasil entre 1993 e 1997. O carro surgiu tendo como base a plataforma da geração Mk4 do Ford Escort, do qual herdou sua base mecânica e suspensão. A linha Logus/Pointer foi o último fruto da Autolatina. Então utilizei como base o Focus americano pois é uma especie de novo Escort.
A motorização fica com um 1.8 para versão basica e 2.0 para a completa. O desenho da frente seque o novo padrão da Volkswagen, utilizei a frente do Polo europeu/Fox brasileiro, pois foi o que se encaixou melhor no carro, e a lanterna traseira foi baseada numa skecth da VW.


Historia do Logus
A história do Volkswagen Logus começou quando a Volkswagen sentiu necessidade de colocar em sua linha de produtos um novo sedan médio, já que o Apollo mostrou-se um grande fracasso comercial. Com a Autolatina, uma joint-venture com a Ford, surgiu o projeto de usar como base a segunda geração do Escort nacional. Ao invés de fazer uma cópia do modelo da co-irmã, que já não tinha dado certo com o Apollo, a Volkswagen resolveu apenas usar a mesma base mecânica, mas por fora tinha que mostrar ao público que era um produto novo. A idéia seria ainda aproveitar a mão-de-obra da Ford, produzindo os carros na Unidade do Taboão, em São Bernardo do Campo (SP), de onde também saia os modelos Escort, Verona, Hobby e Pampa
Os desenhos do novo projeto tiveram início nos estúdios da Ghia Design, em Turim, Itália, e foi finalizado no Brasil pelos designers da Volkswagen, com a liderança de Luiz Alberto Veiga, também conhecido como o "pai" do Fox. O carro contava apenas com versões duas portas, o que lhe dava uma certa esportividade, assim como evitava uma briga interna, pois a Ford já tinha um sedan quatro portas pronto para ser lançado, no caso, o Verona. Enfim, era um carro moderno, com uma aerodinâmica notável até então: coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,32, um dos mais baixos índices da época. Algumas unidades do Volkswagen Logus foram feitas em 1997 com peças sobressalentes produzidas no ano anterior. Foram pouquíssimas (estima-se cerca de 1.000 carros) e ele acabou saindo de linha. Numa tentativa de tapar o buraco com a ausência de um sedan médio em sua linha, a Volkswagen resolveu trazer da Argentina o modelo Polo Classic..
Fonte:calangodesign
Disponível em:
http://calangodesign.blogspot.com/

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Ferrari fazendo Drift na terra

Nessa postagem resolvi fazer algo diferente. Então me veio na cabeça fazer uma montagem de uma cena inimaginável na vida real: Um monoposto Ferrari de Fórmula 1 realizando um drift numa estrada de terra, numa manobra típica dos carros de ralis.Pra isso utilizei as duas imagens logo abaixo para realizar a montagem.Fonte:photoshopcars
Disponível em:
http://photoshopcars.blogspot.com/

Hyundai retoma construção da fábrica de Piracicaba

Nova planta será responsável por automóveis: i20 e i30 devem ser feitos por lá
A Hyundai está disposta a contar com outrafábrica no Brasil. Enquanto a primeira, instalada em Anápolis (GO),produz o caminhãozinho HR – e fará o Tucson – e é de propriedade doGrupo Caoa, a nova planta é da matriz coreana. A diretoria da empresa,inclusive, chegou ao país recentemente para confirmar a retomada dasobras da unidade fabril. Ela deve começar a operar em 2012.
O investimento para colocar a fábricaem atividade é de US$ 600 milhões. A capacidade produtiva é de cerca de150 mil unidades anuais, suficiente para colocar em circulação de doisa três automóveis de grande volume de vendas. Especula-se que osescolhidos seriam o compacto i20, inédito no país, e o médio i30,sucesso no mercado nacional mesmo importado

Novo flagra do sedã Buick derivado do Opel Astra

Modelo chegará na China e EUA como Buick; no mercado europeu será Astra Sedan
Após a Buick ter exibido um desenho da versão definitiva de seu novo sedã, derivado do Opel Astra, o modelo de testes foi flagrado novamente na Ásia. Ele será vendido pela marca americana na China e também nos EUA. A base mecânica vem do refinado Hatch alemão. Os europeus, aliás, também devem contar com o modelo – obviamente, como Astra Sedan.
O visual do sedã é mais contido que do hatch, para agradar a um público mais conservador. A receita segue a adotada pela Renault (Mégane/Fluence), por exemplo, adotando design menos ousado no modelo familiar. A traseira é inspirada no belo Insignia, da Opel.Fonte:autodiario
Disponível em:
http://www.autodiario.com.br/conteudo/novo-flagra-do-seda-buick-derivado-do-opel-astra

Seat prepara uma versão van derivada do Ibiza

Multivan usará a plataforma da perua; versão comercial chegará logo em seguida
Perua Ibiza ST
Aos poucos, a Seat vai ampliando a linha Ibiza. A família deverá ganhar um novo integrante em alguns meses, com carroceria voltada ao trabalho. Trata-se de uma multivan feita sobre a base da perua ST, que chega pouco tempo antes. O veículo comercial deve chegar no segundo semestre, enquanto o familiar será apresentado em março, no Salão de Genebra.
A nova opção será semelhante à Logan Van, derivada da perua MCV. Ela sucede, naturalmente, a Ibiza Van de terceira geração. Os motores adotados devem ser os novos 1.2 TSI de 105 cv e 1.2 TDI de 75 cv. Este ainda chega junto da versão Ecomotive, mais ecológica.
Os principais mercados para o modelo serão Dinamarca, Espanha, Holanda e Portugal.

Novo Classe B é flagrado em testes

Modelo se tornará mais esportivo e quer brigar com os rivais BMW Série 1 e Audi A3

Outro flagra feito pelo WorldCarFans mostra a nova geração do Mercedes-Benz Classe B em testes, com pesada camuflagem. Ele rodava pelo norte da Suécia, para testar a durabilidade dos componentes e mclimas frios. A próxima geração da minivan será inspirado no conceito BlueZero, tanto visualmente quanto em algumas soluções mecânicas.
No flagra, notam-se algumas características do novo modelo. A traseira traz lanternas com LEDs, enquanto a dianteira tem faróis mais esportivos, assim como o restante do conjunto. Há mais vincos espalhados, com forte inspiração no novo Classe E. A plataforma, ao contrário do que acontece atualmente, não será compartilhada com o Classe A. Além da carroceria de cinco portas, o B pode trazer versões cupê e conversível, segundo rumores. A meta é deixá-lo mais próximo do público jovem e roubar vendas do Audi A3 e do BMW Série 1.
O Classe B original foi criado para atender ao público norte-americano, mas não obteve grande sucesso devido à queda do valor da moeda local, o dólar. Agora é possível que o modelo seja fabricado na terra do Tio Sam, para se tornar atraente aos consumidores do país.
A nova geração do Classe B será lançada em 2011, já como linha 2012.

Hyundai apresenta Tucson aos EUA

Segundo a Hyundai houve evolução não só no design, mas também nos motores, que estão mais econômicos
A nova geração do Tucson foi apresentada aos americanos durante o Salão de Los Angeles, que abriu as portas na última semana. Conhecido também como ix35, e pronto para vir ao Brasil, o modelo chega aos EUA para substituir sua antiga geração, que não sairá de linha aqui. O renovado SUV tem visual mais moderno e está 24% mais econômicos, de acordo com a Hyundai.
A maior economia do motor tem vários fatores. O primeiro é o menor peso da carroceria, que perdeu 27 kg de massa. Além disso, o motor 2.4 Theta II, de quatro cilindros, está mais eficiente. Ele gera 176 cv e substitui o 2.7 V6 do atual modelo. A potência é a mesma, de acordo com a marca. A transmissão do novo propulsor é automática, com seis marchas.
Somente na linha 2011, a ser apresentada durante o próximo ano, que o Tucson ganhará um novo motor. O 2.0 Theta II é 10 kg mais leve que o 2.0 atual. Ele não teve dados divulgados, mas a fabricante destaca: está mais potente e econômico que o propulsor atual – e não se trata das propagandas brasileiras de sua representante.
No design, praticamente nada muda. Apenas algumas alterações ligadas à legislação americana foram realizadas, como as luzes de posição laranja. Há itens como controle de partida em rampas, assistência em descidas íngrimes, suspensão traseira multi-link, entre outros.
As vendas do modelo começam no final deste mês, já na linha 2010. A produção do SUV foi iniciada em outubro.

Grupo CAOA vái aChina tentar fechar parceria com BYD

Não contente com a parceria que tem firmada com a Hyundai, o empresário brasileiro Carlos Aberto de Oliveira Andrade, dono do grupo CAOA, desembarcou hoje (7) na China com o objetivo de iniciar uma negociação com a montadora BYD. A intenção do empresário é firmar um parceria nos moldes da que já mantém com a montadora coreana: iniciar importando modelos e posteriormente abrir uma fábrica da marca no Brasil.
E para tentar agilizar o possível acordo, Andrade foi ao país oriental acompanhado por um engenheiro que ficará encarregado de testar os modelos da BYD afim de selecionar os mais adequados ao gosto do brasileiro, preferencialmente os de médio porte. Dentre eles, um dos mais cotados até o momento é o sedan F3, conhecido por ser “muito parecido” (pra não dizer igual) com a antiga geração do Toyota Corolla. Ele é vendido na China como motor 1.5l pelo equivalente a R$ 20 mil.

Wang Chuanfu, dono da BYD (iniciais de Build Your Dreams, ou Cronstrua Seus Sonhos em português) e homem mais rico da China foi quem fez o convite ao grupo brasileiro. O executivo confirmou que pretendia entrar no Brasil em 2010 ou 2011, e que nosso mercado é de fundamental importância para o crescimento de sua marca, que pretende ser a maior da China em 2015 e o maior do mundo até 2025.

Vice merecido

Crédito das fotos: Carsten Horst/Hyset
Que belo fim de temporada para Thiago Camilo. O paulista começou o fim de semana em Interlagos com um forte acidente na sexta-feira, ocasionado por uma falha nos freios. Mas a equipe trabalhou duro e ele marcou a pole no sábado. Neste domingo, o piloto não deu chances para os adversários, dominou a corrida desde o início e assegurou o vice-campeonato de 2009. Muito justo, já que ele conseguiu duas vitórias na temporada, igualando-se a Allam Khodair. O campeão Cacá Bueno triunfou apenas uma vez, mas fez oito pódios.
A temporada da Stock Car 2009 foi marcada pelo forte equilíbrio. O carro novo da categoria nivelou as equipes, que custaram a achar os acertos ideais para cada pista e se entender com as reações do carro. Acabaram se sobressaindo as equipes com mais estrutura e com os melhores pilotos, como a RBR-WA Mattheis, a RC, a Full Time e a Vogel. Algumas, como a RZ, fizeram uma brilhante parte final da temporada e têm potencial para 2010.
A Stock Car terá na próxima temporada a estreia de um motor movido a etanol e com injeção eletrônica. Com isso, o equilíbrio tende a aumentar ainda mais, já que será mais fácil para a categoria equalizar os propulsores. As equipes deverão evoluir com mais um ano de conhecimento do novo carro. 2010 promete na Stock Car.

Alguém duvida de Felipe Massa?

Crédito das fotos: Miguel Costa Jr. e Rafael Lopes
Confesso que fiquei feliz com o bom desempenho de Felipe Massa no Desafio das Estrelas e nas 500 Milhas da Granja Viana. Em três corridas, duas vitórias, sendo que uma delas em uma prova longa, de mais de 11 horas de duração. Ainda que sejam “apenas” corridas de kart, os triunfos servirão para dar confiança ao brasileiro, que retornará à Fórmula 1 em 2010 após o forte acidente do treino classificatório do GP da Hungria. Se alguém tinha dúvidas sobre o retorno do piloto, este fim de ano serve para saná-las definitivamente.
“Ah, mas não é um carro de Fórmula 1″, podem dizer. É verdade. Mas, por incrível que pareça, o kart é a categoria que melhor reproduz a sensação de velocidade da maior categoria do automobilismo. A pista é mais estreita e o veículo não tem suspensões. Os eixos rígidos transferem todas as pancadas da pista direto para o corpo do piloto. Quem já pôde pilotar um kart, pelo menos por 20 minutos, sabe o efeito da “brincadeira” no dia seguinte. Dores no pescoço e nas costelas são as principais reclamações. Imagine isso depois de 11h! Mesmo em uma pessoa preparada fisicamente, o efeito é devastador. Por isso a resistência de Massa é animadora.
Felipe terá um desafio enorme em 2010. Além de retornar e ter de mostrar que está bem, ele enfrentará ninguém menos que o bicampeão Fernando Alonso dentro de sua equipe. O brasileiro é, notadamente, o piloto mais rápido da Fórmula 1 atual em treinos de classificação, mas o espanhol é excepcional em ritmo de corrida. Ele precisa, no início do ano, ganhar confiança para enfrentar o novo rival. A vantagem de Massa é conhecer a forma de trabalho da Ferrari. Uma série de bons resultados poderá transferir a pressão para o outro lado.
Depois deste fim de ano vitorioso, alguém duvida de Felipe Massa?

Button é escolhido melhor piloto do ano em eleição promovida por revista inglesa

Atual campeão mundial de Fórmula 1, o inglês Jenson Button foi coroado na noite de domingo, em Londres. O piloto recebeu os dois maiores prêmios em eleição promovida pela conceituada revista inglesa “Autosport”. Button foi escolhido o piloto internacional do ano e o piloto de competição britânico do ano.
Para levar o prêmio de piloto internacional do ano, Button superou Rubens Barrichello, Lewis Hamilton, Nico Hulkenberg e Sebastian Vettel, além de Dario Franchitti. Na outra premiação, bateu o mesmo escocês Franchitti, vencedor da IndyCar Series, e o irlandês Kris Meeke, que triunfou no último Desafio Internacional de Rali (IRL).
Button dedicou os troféus aos engenheiros de sua antiga equipe, a Brawn GP, vendida recentemente à Mercedes.
- Eu nunca tive um inverno relaxado na Fórmula 1. Estive com o pessoal da Brawn por sete anos. Os engenheiros têm de ser levados em consideração, e este prêmio vai para eles, que geralmente não são premiados - disse Button, que em 2010 correrá pela McLaren.
O piloto ainda lembrou do período difícil vivido em 2008, quando a Honda anunciou o fim de suas stividades.
- Faz um ano e dois dias desde que descobrimos a saída da Honda, então no ano passado foi muito difícil vir aqui. Mantínhamos todos a cabeça baixa e este é o resultado, então dou um grande agradecimento ao time - disse.

Silverstone sediará o GP da Inglaterra

O GP da Inglaterra continuará sendo disputado em Silverstone. O British Racing Drivers' Club (BRDC), dono do circuito, chegou a um acordo com a Formula One Management (FOM), empresa que administra economicamente a categoria, e garantiu que a prova será disputada em sua pista pelos próximos 17 anos. O GP quase teve sua sede mudada para Donington. Bernie Ecclestone, presidente da FOM, chegou a assinar contrato com os administradores de Donington Park, mas estes não conseguiram levantar fundos para renovar o circuito e, por isso, o dirigente começou a negociar com Silverstone. Após semanas de conversas, o British Racing Drivers' Club confirmou o acerto nesta segunda. - O nome de Silverstone como casa do esporte a motor se torna realidade. É um lugar para todos os esportes. Todos no BRDC adoram corridas e estamos ansiosos pelo GP da Inglaterra, assim como pela MotoGP. Não é fácil fechar um contrato desta magnitude, e é preciso muita responsabilidade, mas o BRDC quis que esta relação continuasse - afirmou Damon Hill, presidente do Clube.

Novo traçado para 2010

Segundo a revista inglesa "Autosport", Silverstone terá um novo traçado em 2010. O circuito passa por uma reforma, estimada em £ 40 milhões (cerca de R$ 110 milhões), e a ideia é criar o que vem sendo chamado de "traçado arena", que proporcionará ótimos ângulos de visão aos espectadores. O diretor do autódromo, Richard Phillips, revelou que o circuito já solicitou à FIA a homologação no novo traçado e espera receber a aprovação já para a corrida da próxima temporada. - Há muita coisa acontecendo. A FIA ainda precisa analisar (o traçado), e ele está sendo enviado para homologação. Estamos esperançosos de poder usar o "traçado arena" já no próximo verão (no hemisfério norte), mas ainda temos o traçado original, então se não conseguirmos a aprovação no tempo ideal, correremos no circuito atual.

Nissan 370Z: a saga continua

Uma volta rápida no herdeiro da dinastia Z de esportivos japoneses
Matt Stone, Motor Trend/The New York Times Syndicate
Nissan 370 Z Coversível: linhas mais hamônicas que as do antecessor 350Z
Nem todo mundo curtiu a versão conversível do Nissan 350Z, lançada há cinco anos. Mas o 370Z tem tudo para agradar. Com linhas sinuosas e bem balanceadas, o carro conta com a maior parte do volume na traseira. Além disso, a capota está bem melhor. E o interior mais agradável. Os principais ganhos: mais força, menos peso e preço quase igual ao da geração anterior. Agora resta esperar pela sua chegada ao mercado brasileiro, talvez no ano que vem, pelo menos como chamariz no estande da marca japonesa no próximo Salão do Automóvel, em São Paulo, entre os dias 28 de outubro de 7 de novembro.

Qualidade de fabricação do esportivo ficou ainda melhor depois que passou a ser feito em conjunto com a Magna
O 370Z passou a ser feito pela empresa européia Magna e sua qualidade melhorou a olhos vistos. A capota anterior vai parecer um capacete de futebol americano em comparação a essa nova. O acabamento está bem mais caprichado e o visual mais harmônico e de bom gosto. Até as proteções para cabeça, bem atrás dos encostos dos bancos também acompanham toda essa boa aparência. Os assentos com ventilação e aquecimento são de série, mas o sistema de refrigeração se mostrou um tanto barulhento.
A rigidez torcional também evoluiu, com mais eficiência nas curvas, ajudando no trabalho da suspensão montada na nova estrutura do esportivo. Além disso, passando por obstáculos como tampas de bueiro e valetas, fica claro que o carro ficou mais resistente e sólido. O motor de 332 cavalos é outro destaque, entregando toda essa potência de maneira progressiva. E o câmbio manual de seis marchas parece mágico. Pise na embreagem e reduza que ele faz um “punta-taco” automaticamente, parecendo que um Schumacher está ao volante.
Os pilotos de 350Z vão se sentir bem mais leves. O 370Z ainda é robusto, porém mais balanceado. O barulho do vento é menor, tornando possível conversar até o ponteiro do velocímetro atingir cerca de 115 km/h. Defeitos? Alguns. O novo motor 3.7 parece mais áspero, sem a suavidade de funcionamento do 3.5 que foi substituído. E a visualização do computador de bordo é sofrível. Quem busca mais desempenho ficará com a versão cupê, mais leve e com estrutura mais rígida. Mas o conversível dá conta do recado e oferece o prazer de dirigir com vento batendo no rosto.

A8 2011 exterior

Vazam fotos do Classe C 2010

Sedã da marca alemã recebe retoques visuais e mais equipamentos
Mercedes-Benz Classe C 2010
Mais uma vez as primeiras imagens oficiais de um carro que ainda está para ser apresentado vazam na internet. Agora é a linha 2010 do sedã Mercedes-Benz Classe C, que recebeu pequenas mudanças no visual, como o para-choque dianteiro com lanternas que usam leds no lugar de lâmpadas, feitas para ficarem acesas durante o dia, daí o fato de serem conhecidas como luzes diurnas.
Por dentro, o carro ganhou partes cromadas e um novo sistema de navegação por satélite. E dependendo do mercado, o Classe C receberá novas opções de motor, mais eficientes que as oferecidas atualmente. De qualquer forma, mais detalhes sobre o carro serão divulgados numa data mais próxima do lançamento, que deverá acontecer no próximo Salão de Detroit (EUA), em janeiro do ano que vem.
Fonte:Autoesporte
Disponível em:
http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,EMI109236-10142,00-VAZAM+FOTOS+DO+CLASSE+C.html

Voyage I-Motion promete fim dos “soluços” nas trocas de marcha

Sedã da VW ganha câmbio automatizado

Não é à toa que estão instalando caixas automatizadas em modelos mais acessíveis. O trânsito das grandes cidades está cada vez mais congestionado e caótico. E o Voyage é um dos modelos que passou a ter o conforto de dispensar o pedal da embreagem (antes privilégio apenas nos sedãs de luxo, ou utilitários esportivos com preços nas alturas). Pelo o que percebemos durante o tempo que ficamos com o carro, a tecnologia que permitiu automatizar o câmbio manual do sedã da Volkswagen eliminou parte dos trancos dos primeiros modelos com esse tipo de transmissão.
Por fora, o Voyage avaliado é idêntico à versão manual. O único detalhe que entrega sua diferença é o logotipo I-Motion na tampa do porta-malas. Derivado do novo Gol, seu visual já ficou bem conhecido desde sua estreia no ano passado. O interior também é basicamente o mesmo da versão manual. Porém, ele não conta com pedal de embreagem e alavanca de câmbio comum, trocada por uma manopla que pode ser posicionada em R (ré), N (ponto morto) e D/M (para dirigir). O volante é o mesmo do Passat CC e traz duas hastes para trocas manuais, o que acaba sendo a melhor parte desse pacote com câmbio automatizado pelas trocas sempre rápidas, principalmente nas reduções.
Mas se preferir não se preocupar com o câmbio, basta controlar a velocidade com o pedal do acelerador para que a eletrônica faça o resto. As mudanças são bastante precisas. Para fazer uma ultrapassagem, uma pisada forte no pedal direito eleva a rotação do motor rapidamente. O mesmo acontece em uma subida muito íngreme, quando o motor começa a perder força em terceira marcha, por exemplo. O carro seleciona a segunda, e vai embora.


O Voyage realmente não transmite tantos solavancos quanto os modelos concorrentes. Apesar de ainda haver uma leve puxada quando a marcha é elevada, isso não chega a ser incômodo, e fica fácil de se acostumar. Com o bom rendimento do motor do sedã, a experiência de dirigi-lo fica ainda mais agradável.



Volante traz haletas para troca manual (esq.), que também pode ser feita na alavanca central
Uma das principais razões para a busca pelo câmbio automatizado é ter menos cansaço e dores de cabeça no anda-e-para do trânsito congestionado das grandes metrópoles. Pode funcionar, a não ser que você não se importe em gastar energia abrindo os vidros à manivela. O Voyage 1.6 I-Motion é vendido a partir de R$ 37.490, sem trio elétrico e ar-condicionado entre os seus itens de série. Com esse kit que contribui com o conforto a bordo, seu preço sobe para R$ 41.112.

Celular sem multa

A multa para quem segura o volante com uma mão e o celular com a outra deve subir de R$ 85,13 para R$ 191,54. A infração ainda passa de média para gravíssima. Além do prejuízo, lá se vão mais sete pontos na habilitação.
É curioso como hoje parece que a humanidade nunca teria chegado aonde chegou sem o celular. Os boçais estão sempre prontos a atender uma ligação no meio de um filme ou palestra.Bom, vamos deixar o lado desagradável de lado e admitir que, por vezes, é preciso atender o telefone no carro, justamente quando você está dirigindo e não dá para parar.
Eu costumava andar com o celular desligado em trânsito. Até trocar de carro e instalar um som com bluetooth. Agora, atendo a ligação com um toque e continuo dirigindo normalmente. Converso como se estivesse falando com uma pessoa no banco ao meu lado. O único senão é que, na outra ponta, dizem que minha voz parece vir de uma caixa. Mas me entendem. Tudo à prova de distração, barbeiragens e multas.
Fica aí a sugestão para quem não pode fugir do chefe ou da namorada nem no carro. As quatro montadoras líderes do mercado oferecem aparelhos com o recurso do bluetooh por preços que vão de 500 a 2 mil reais. O meu, de uma marca ótima, e com entrada frontal USB, custou menos de 700 reais.
Marcus Vinicius Gasques

Como anda a VW Amarok

Fomos à Argentina avaliar a primeira picape média da marca
Lucas Litvay, de Córdoba
VW Amarok
À minha frente um declive seguido por um pequeno riacho de águas rasas e uma subida em curva à direita. Ao meu lado, um engenheiro alemão da Volkswagen tentando explicar, em um inglês carregado de “R”, como funciona o sistema HDC (Hill Descent Control), que permite enfrentar declives sem precisar pisar no freio, já que a eletrônica se encarrega de controlar o carro. Estou ao volante da Amarok, primeira picape média desenvolvida pela VW. E o cenário é o norte da Argentina, país que terá a exclusividade de produção do modelo. Por ano, serão fabricadas 100 mil unidades da picape. Aqui vale uma explicação: Autoesporte dirigiu uma versão pré-série da Amarok ainda coberta com camuflagem, que, por sinal, (tentava?) imitar uma picape Mitsubishi. Enquanto o engenheiro falava das belezas do sistema, minha apreensão era com a subida lá na frente. Atravesso o riacho sem problemas, engato a terceira (afinal a reduzida, que é ligada por um botão no console, está acionada) e a Amarok ruge. Dá-lhe força. Na subida, a picape raspa numa pedra. Os ângulos de ataque e de saída não são dos melhores: 29,8° (ligeiramente menor que o da Hilux) e 24,5° (o da Toyota é de 26°). Subo a rampa, acompanhado de muita poeira.

Do lado de fora, a terra seca e as árvores escassas em folhas contrastam com o cenário interno. Explico melhor: para fora da janela meus olhos viam uma paisagem árida, rude, enquanto no lado de dentro da Amarok nada me lembrava algo rudimentar. Repare nas fotos da cabine. Ela parece ser simples? O volante está em boa parte da linha VW (se você quiser um com controle de som e computador de bordo terá de pagar à parte). Falando em computador de bordo, o da Amarok é bem completo. Além do marcador da temperatura do motor (exclusividade da versão brasileira), estação de rádio etc, ele indica ao motorista a marcha ideal a ser usada a cada regime de rotação do motor. O objetivo é baixar o consumo de combustível. Simples, mas bem bolado. Na versão topo de linha Highline, a Amarok vem com bancos de couro de textura bem suave, sistema de som com MP3 e entrada USB, além de ar-condicionado digital. O refinamento na qualidade e nos encaixes dos materiais me confunde: afinal, estou em uma picape ou em um sedã de luxo? Já que a vontade dos alemães era realmente essa, a de confundir, eles então não poderiam ter se esquecido de equipar a Amarok com luz de cortesia nos para-sóis e acendimento automático dos faróis. Afora esses descuidos, a cabine da picape surpreende, com todos os comandos em posição correta. Os bancos são largos, assim como as abas laterais. O terreno pode judiar sua coluna, mas seu corpo não balança. Atrás, a Amarok traz eixo de torção. Já o eixo dianteiro veio da Touareg. O utilitário esportivo também emprestou o sistema de tração 4x4 permanente.


Riachos, aclives e poeira ficam para trás. Entramos em uma rodovia (bem) pavimentada. Bem-vindo ao habitat natural da Amarok. Ok, a picape tem valentia para rodar no fora de estrada, mas, convenhamos, seus futuros proprietários deverão usá-la para rodar na cidade – calma, não sou eu, é a própria VW quem diz. E no habitat natural, a Amarok mostra seu lado mais bonito... ou nervoso, depende da sua interpretação. Aqui vão alguns números para você entender o que estou falando: motor 2.0 TDI (Turbo Diesel Injection), derivado do 2.0 diesel do Golf alemão, com dois turbocompressores de dois estágios. Um para baixas rotações e outro para médios e longos giros. A potência máxima é de 163 cavalos já a partir de 1.500 rpm. A 2.000 rpm, o motor atinge o pico de torque, que é de 40,7 kgfm. Quer mais? A transmissão ML450, desenvolvida pela filial brasileira da alemã ZF, tem seis marchas, sendo que a última serve para baixar o giro de motor e, por tabela, o consumo de combustível. A 120 km/h ela roda a 3.200 rpm. A VW diz que a picape faz 12 km/l. Voltemos ao câmbio, que merece mais um comentários. Nada de alavancas longas e trêmulas, comuns em picapes a diesel. O da Amarok se assemelha ao de um carro de passeio. Os engates são precisos. Com uma caçamba de 2,52 metros quadrados de área, a Amarok consegue levar 1.150 kg de carga. Uma versão com cabine simples e motor flex está a caminho para o final de 2010. Mais para frente haverá opção com transmissão automática sequencial. Agora, se você espera ver uma versão utilitário esportivo da Amarok, nós, ou melhor, uma fonte ligada à VW alemã tem uma má notícia para lhe dar. A VW construiu um protótipo do modelo, mas ele foi descartado logo no início do desenvolvimento. Motivo? “Não passou nos testes de emissão de poluentes (para o padrão europeu).”
Mesmo sob a fina (e excêntrica) camuflagem, é possível reparar que os projetistas capricharam no desenho da picape. Segundo Wolfgang Schreiber, diretor de engenharia da Volkswagen Veículos Comerciais – divisão responsável pelo desenvolvimento da Amarok – o desenho da picape foi todo feito na Alemanha. “Mas ouvimos muito nossos colegas de outros países onde a Amarok será vendida. Do Brasil, por exemplo, veio a sugestão de oferecer para-choque traseiro cromado.” De fabricantes brasileiras vieram (além do câmbio) o forro, as partes de metal da cabine e os vidros. A VW não esconde a Amarok mira a Toyota Hilux. “Durante o desenvolvimento da Amarok nós ‘destruímos’ dez Hilux”, diz Schreiber. Segundo ele, o maior desafio foi fazer uma picape robusta. “Se é para fabricar um novo Golf, nós temos know-how para isso. Agora, fazer uma picape média é coisa inédita para nós”. Para a ação, a VW construiu uma pista de testes off-road nos EUA. Usaram a Chevrolet S10 e Ford Ranger no desenvolvimento? “Não, esses modelos estão abaixo (em qualidade) do que pretendíamos com a Amarok. A Hilux foi a inspiração, se bem que em termos de acabamento a Nissan Frontier era o exemplo a ser seguido.” Por último: qual é o preço da picape? O valor não foi fechado, afinal o modelo chega às concessionárias apenas em março. Mas aqui vai a resposta do pessoal da VW: “consulte a tabela de preço da Hilux”, ou seja, ao redor de R$ 100 mil.

Eles tratam bem o seu dinheiro

Os campeões de custo-benefício de VW, Fiat, GM e Ford

Relação custo-benefício. Você já deve ter ouvido bastante essa palavra. Está por todos os lugares. Abra o jornal, veja o anúncio nos classificados. O tal do custo-benefício estará lá, assim como na boca do vendedor, na propaganda da TV...O uso foi banalizado. Mas afinal, quais são os melhores custos-benefícios de cada marca? Qual é o produto que entrega mais pelo seu dinheiro? Autoesporte fez uma lista com boas opções entre as quatro maiores fabricantes. No geral, são modelos que unem bom espaço (para carga também), boa dirigibilidade e preço interessante. Confira: Fiat Siena EL

Fiat: Siena EL 1.0 Por R$ 30.570 (preço de tabela), o Siena EL exibe o mesmo visual das versões mais caras (exceto pela frente que o Palio abandonou, com faróis monoparábola). O carro é bem equipado. Traz, por exemplo, direção hidráulica, computador de bordo e três encostos de cabeça no banco traseiro. No porta-malas, o Siena leva, segundo nossas medições, 477 litros de bagagem. Na cidade, ele faz, com álcool, 9,3 km/l e 11,9 km/l na estrada. Encontramos o modelo à venda por R$ 29.200.

Chevrolet: Astra

Ok, provavelmente você deve estar cansado do visual do Astra. Concordamos. Mas é impossível negar que, nesta nova fase, o hatch está batendo um bolão na relação custo-benefício. Vejamos. Para a linha 2010 o Astra perdeu a versão Elegance. A Elite já havia se despedido antes. Sobrou apenas a Advantage, que recebeu todos os equipamentos da Elegance, mantendo o preço. O carro vale na tabela R$ 45.565. Oferece, entre outros itens, ar-condicionado digital, rodas de 16 polegadas, vidros elétricos e direção hidráulica. Apesar de antigo, o forte motor 2.0 de 140 cv empurra bem o carro. Encontramos o modelo à venda por R$ 43.200.

Volkswagen : Voyage 1.6

O sedã foi o grande vencedor do Autoesporte Qual Comprar 2009. A premiação valoriza justamente a relação custo-benefício. Seu preço de tabela é R$ 34.980, apenas R$ 2.510 a mais que o Gol 1.6. Se você optar por ele, além de um porta-malas com 180 litros de capacidade a mais, você leva para casa um carro com melhor desempenho que o hatch, devido à aerodinâmica, que produz menos turbulência na traseira. Com motor 1.6 VHT de 104 cv, o Voyage tem boas respostas, mesmo quando carregado. Encontramos o modelo à venda por R$ 33.790.

Ford: Fiesta Sedan 1.6

Se você colocar na balança as qualidades do Fiesta Sedan e dividi-las pelo seu preço, o Ford é um dos melhores produtos à venda no país. Tem conjunto mecânico acertado e posição de dirigir adequada. Após um ano de uso, sua desvalorização é baixa. O design, apesar de um pouco desgastado, ainda dá conta do recado. O porta-malas gigantesco carrega, segundo nossas medições, 507 litros. Seu preço de tabela é de R$ 33.580. A Ford está fazendo uma promoção com o carro. Encontramos a versão com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas por R$ 35.900
Fonte:Autoesporte
Disponível em:
http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,EMI109216-10142,00-ELES+TRATAM+BEM+O+SEU+DINHEIRO.html

Nissan ganha prêmio com modelo jovem para 2030

Marca foi vencedora de design do Salão de Los Angeles
Nissan V2G
A Nissan foi eleita a vencedora do tradicional concurso de design do Salão de Los Angeles (EUA), que termina no próximo dia 13. A marca se inscreveu na competição com o conceito futurista V2G, um projeto para o ano de 2030. O veículo foi desenvolvido para ser uma opção para o público jovem do futuro, com inspirações em tendências de mobilidade atuais.
O vencedor foi escolhido por um juri especializado, que tomou sua decisão baseada na originalidade do projeto criativo, sua integração de elementos futurísticos e sua adaptação para atender às necessidades do público jovem de 2030.


A construção do V2G utilizaria bioresina, impregnada com textura de nanotubos de carbono. Esta tecnologia, ainda em desenvolvimento no mundo atual, criaria um modelo extremamente leve, resistente e de fácil reparo.
Fonte:Autoesporte
Disponível em:
http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,EMI109116-10142,00-NISSAN+GANHA+PREMIO+COM+MODELO+JOVEM+PARA.html

Réplica do batmóvel vai a leilão

Feita o a partir do Lincoln Continental 1973, modelo é oferecido por US$ 65.400

Uma das únicas três réplicas do Batmóvel que foram devidamente homologadas está à venda no site eBay. O carro tem história, já que foi usado em uma série de eventos e filmagens desde que foi fabricado a partir do Lincoln Continental conversível de 1973. Oferecido por US$ 65.400, o modelo vem com motor V8 de 7.5 litros de cilindrada de 220 cavalos brutos. Feito com vários detalhes do carro usado por Batman e seu fiel parceiro Robin, quando a dupla fazia bastante sucesso nos anos 60, o conversível vem com alguns truques, como para-quedas e lança-foguetes. Para conferir o anúncio original, clique aqui.

Hyundai: 288% a mais de vendas

A Hyundai foi a marca que registrou o maior crescimento de vendas entre automóveis de passeio. Segundo números da Anfavea (associação que reúne as montadoras) entre janeiro e novembro, a marca coreana vendeu 16.334 carros ante 4.206 unidades no mesmo período do ano passado. Ou seja, um crescimento de 288,3%. As boas vendas do Azera e, principalmente, a chegada do hatch i30 foram os responsáveis pelas boas vendas. No lado oposto está a mitsubishi com queda de 74%. A marca conta apenas com um modelo neste segmento, o esportivo Eclipse. Entre as marcas com grandes volumes, a Peugeot foi a que registrou pior desempenho. Com queda de 2,3%, seguida pela Renault (-0,7%) e Citroën (-0,4%). Vale registrar que, como um todo, o mercado interno brasileiro cresceu 8,5%, já incluindo também os números de comerciais leves.

Vendas de carros de luxo da BMW crescem 8% na América Latina

As vendas de automóveis de luxo da BMW aumentaram 8% este ano na América Latina em relação em 2008, apesar do enorme impacto da crise econômica mundial sobre a indústria automobilística, informou a companhia alemã.

No Brasil, as vendas da BMW em outubro subiram 157% em relação a igual mês do ano passado, com 662 unidades emplacadas. Foi o melhor mês da história da marca no país. No acumulado do ano (janeiro a outubro), foram entregues 3.897 unidades, 58% a mais do que o mesmo período de 2008.

"A BMW está crescendo (na região), contra todas as tendências. As vendas estão subindo acima de 8% em relação a 2008", comemorou Gernot Volkmer, diretor da BMW para a América Latina e Caribe. "Tivemos um excelente mês de vendas em novembro na Colômbia, Brasil, Chile e Costa Rica".
"Para o grupo BMW, a América Latina tem importância fundamental, pois é uma região muito importante na qual trabalhamos há anos", disse Graeme Grieve, vice-presidente de mercados de importação da BMW, que participou com Volkmer do lançamento de uma nova concessionária da marca na Costa Rica.

No mundo, a BMW prevê que as vendas sofram queda entre 10% e 15% em relação ao ano passado, segundo Grieve.
Fonte: g1
Disponível em:
http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1406409-9658,00-VENDAS+DE+CARROS+DE+LUXO+DA+BMW+CRESCEM+NA+AMERICA+LATINA.html

Fiat não consegue se equiparar a margens da Chrysler, afirma CEO

A Fiat não será capaz de alcançar a margem operacional de 7% a 7,7% cobiçada pela sua irmã norte-americana Chrysler porque a Europa não reduziu capacidade de produção, afirmou o presidente-executivo de ambas as montadoras, Sergio Marchionne, à revista Automotive News.

Marchionne disse em entrevista publicada nesta segunda-feira (7) esperar que as duas montadoras atinjam 5,5 milhões de carros vendidos em algum ano "certamente antes de 2014", metade pela Chrysler, na qual a Fiat possui atualmente 20% de participação.

"Eu acredito que um negócio automotivo conduzido com eficiência possa produzir entre 7% e 7,7% nos Estados Unidos. Se esse número é possível no mercado europeu, a resposta é não", disse o executivo em entrevista, realizada em 21 de novembro.

"Na Europa, o excesso de capacidade estrutural não foi resolvido, a administração Obama forçou uma reestruturação na indústria nas quais as empresas em ascensão, após o colapso, estão muito melhor adaptadas para gerar retorno de capital", afirmou ele.

Marchione divulgou uma apresentação detalhada para as marcas da Chrysler --Chrysler, Dodge, Ram e Jeep-- na última sexta-feira (4), em Detroit, e disse que fará uma apresentação sobre a Fiat no primeiro semestre de 2010.

As duas empresas compartilharão arquitetura para a produção de alguns carros e a Fiat prometeu ao governo dos Estados Unidos que oferecerá tecnologia para produção de carros menores e menos poluentes para a Chrysler.
Fonte:g1
Disponível em:
http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1406237-9658,00-FIAT+NAO+CONSEGUE+SE+EQUIPARAR+A+MARGENS+DA+CHRYSLER+AFIRMA+CEO.html

Opel quer lançar um carro compacto

Subsidiária europeia da GM não participa do segmento. Empresa também avalia a possibilidade de um carro elétrico.
Opel Trixx foi apresentado em 2004, mas não chegou a ser produzido (Foto: Divulgação)
O novo CEO da Vauxhall/Opel, Nick Reilly, anunciou que a prioridade das duas marcas no momento é o lançamento de um veículo de porte pequeno, segmento do qual ainda não participam e que tem ganhado as ruas europeias.
O modelo mais compacto oferecido pela marca é o Agila, monovolume construído pela Suzuki. Em 2004, a subsidiária da GM apresentou o conceito Trixx, projetado para até quatro passageiros, mas que não chegou a ser produzido e deu o lugar na linha de montagem do grupo para o Chevrolet Spark.
De acordo com o Nick Reilly, a Opel também avalia a possibilidade de um veículo elétrico para brigar no mercado ao lado do Opel Ampera, modelo híbrido que chega na Europa em 2011.

Ford mostra Fiesta tunado

Empresa faz parceria com empresas de tunning para equipar o hatch Modelo, apresentado no Salão de Los Angeles, chega aos EUA em 2010.

Para atrair a atenção dos consumidores para a nova geração do Fiesta, antes mesmo da estréia do hatch aguardada para 2010, a Ford apresenta no Salão de Los Angeles opções customizadas do modelo que foram desenvolvidas pela própria fabricante em parceria como empresas preparadoras independentes (H&R, 3dCarbon, FSWerks e Steeda).
“Nós esperamos que o Fiesta vá se tornar muitíssimo popular entre as pessoas que gostam de personalizar seus veículos por conta do seu custo, ótima dinâmica de direção e ótimo design, disse Melvin Betancourt, deginer da Ford. “Nós iremos oferecer a esses customizadores a variedade de aparência e acessórios de performance para que eles possam escolher e ter o Fiesta que desejam”.
Fiesta Tunning (Foto: Divulgação)
O Fiesta preto, criado pela Ford Racing (divisão esportiva da marca) em parceria com a Steeda Autosport, é equipado com kit de captação de ar frio para a admissão e um sistema de escape desenvolvido pela Borla e pela própria Ford. A suspensão esportiva foi desenvolvida pela parceria Ford/Steeda e os freios são da marca italiana Brembo.

Fiesta Tunning (Foto: Divulgação)
O hatch vermelho foi preparado pela 3dCarbon e FSWeks e traz um kit turbo-intercooler e escape de 2,25”. Por fora, o modelo personalizado traz um kit aerodinâmico composto por para-choques e saias laterais.
Fiesta Tunning (Foto: Divulgação)
Já o modelo branco foi criado com todos os equipamentos de customização oferecidos pela Ford. Apesar de não divulgar alterações mecânicas no veículo, a montadora afirma que os componentes de personalização estarão disponíveis de fábrica.

Carros com perfil aventureiro se destacam no Brasil

Modelos com apelo off-road são desenvolvidos especialmente para o país. Diferença entre as versões 'comuns' e aventureiras passa de R$ 10 mil.

Fiat Palio Adventure, Ford EcoSport, Volkswagen CrossFox, Ford Fiesta Trail, Citroën XTR, Peugeot Escapade, Renault Sandero Stepway e Nissan Livina X-Gear. A cada ano o segmento de carros com perfil aventureiro ganha novos adeptos no Brasil.
CrossFox, 'queridinho' da Volkswagen, representa 30% das vendas do hatch (Foto: Divulgação)

O conceito foi desenvolvido especialmente para o mercado nacional e encabeçado no país pela Fiat, em 1999, com o lançamento do Fiat Palio Adventure. E a receita funcionou. A perua com apelo fora de estrada representa 60% do mix de vendas do modelo. Com o sucesso, a versão Adventure também passou a ser oferecida na picape Strada, no furgovan Doblò e no monovolume Idea
Fiat Palio Adventure estreou o segmento de 'aventureiros leves' no Brasil (Foto: Divulgação)

Apesar de a Fiat ser pioneira neste mercado, quem lidera o segmento batizado de ‘aventureiros leves’ é a Volkswagen com o CrossFox que passou recentemente por uma reestilização. A versão tem 26,6% de participação nesse mercado com uma média de 110 mil unidades vendidas por ano, o que corresponde a 30% do total de vendas do hatch.

De acordo com o gerente de produto e exportação da Fiat, Carlos Eugênio Dutra, a ideia é oferecer um carro que pode ser usado tanto para ir ao trabalho quanto para viajar nos finais de semana para praia ou campo com a família. “O que mais encarece um veículo off-road é a tração nas quatro rodas, mas, de acordo com pesquisas realizada pela Fiat, apenas 4% dos proprietários desse tipo de modelo utilizam realmente o dispositivo”, afirma Dutra. “O que fizemos foi oferecer todos os outros benefícios, como suspensão elevada, pneus de uso misto, bagageiro sobre o teto, peças reforçadas e um visual mais robusto, a um preço mais acessível.”

Renault Sandero Stepway parte de R$ 42.750 (Foto: Divulgação)
Mesmo custando menos do que um veículo com tração integral, a diferença para um modelo ‘comum’ pode pesar no bolso. No caso da Fiat, a perua Palio Weekend, com motor 1.8, quatro portas e câmbio manual, parte de R$ 42.370. Na mesma configuração, a Adventure Locker sai por R$ 52.800.


Livina X-Gear foi lançado cinco meses após a estreia do Livina no Brasil (Foto: Divulgação)

O acréscimo de mais de R$ 10 mil também é observado no hatch da Volkswagen. O Fox, com motor 1.6, quatro portas e transmissão manual, tem preço sugerido de R$ 35.170, enquanto o CrossFox parte de R$ 45.550.
Para o taxista Jorge Tadeu Moraes Santana vale o investimento. “Em uma cidade esburacada como São Paulo ter uma suspensão mais rígida, além de garantir mais conforto para o passageiro, preserva por mais tempo as molas, amortecedores e todo o conjunto de roda”, afirma. “Outro ponto positivo é altura em relação ao solo, que dá mais sensação de segurança.”



Conjunto de pneus mistos custam cerca de R$ 300 a mais e desgastam mais rápido se usados apenas no asfalto (Foto: Divulgação)
Mas sobre os pneus de uso misto (asfalto/terra) Santana alerta. “Se o motorista for usar o carro somente na cidade, como é o meu caso, é melhor substituir os pneus de uso misto por um conjunto apenas para o asfalto, pois os pneus para terra gastam mais rápido na pista e são mais caros.”
Os pneus 50% para o asfalto e 50% para a terra trazem os sulcos maiores, são feitos com uma borracha mais mole e têm mais atrito com o solo, por isso desgastam mais rápido se usados apenas no asfalto. O preço também é diferente. Um jogo do Pirelli Scorpion ATR 205/70 (uso misto, usados no Palio) custa em média R$ 1.524, enquanto o jogo do Pirelli P7 e o Goodyear NCT5, apenas para uso no asfalto, saem por cerca de R$ 1.180 e R$ 1.240, respectivamente.

Já para os ‘trilheiros’ de verdade, a Fiat incorporou na linha Adventure, em 2008, o dispositivo Locker. Trata-se de um bloqueio de diferencial que em condições de perda de aderência, o sistema divide e distribui o torque entre as duas rodas para desatolar o veículo. O Locker é oferecido como opcional apenas na Strada Adventure Cabine Dupla por R$ 1.299 — nos demais modelo o dispositivo é de série.

PSA Peugeot Citroën apresenta o 307 CC movido a hidrogênio

Demonstração no carro foi feito em exposição em Lyon, na França. Modelo tem autonomia para 500 km e atinge a velocidade de 155 km/h.

A PSA Peugeot Citroën apresentou, nesta segunda-feira (7), um protótipo equipado com tecnologia híbrida recarregável com Pilha a Combustível (PAC), também conhecida como célula de hidrogênio. A demonstração do carro em Lyon, na França, aconteceu devido à exposição “Toute la lumière sur L’hydrogène Energie” (Toda a luz sobre o hidrogênio energia, em francês) O veículo 100% elétrico foi desenvolvido na base do Peugeot 307 CC (Coupé Cabriolet) e incorpora os últimos progressos tecnológicos em relação a baterias e e armazenamento de hidrogênio. O modelo atinge velocidade máxima de 155 km/h e acelera de 0 a 80 km/h em 11,2 segundos.
Peugeot FiSyPAC é projeto do grupo PSA para o desenvolvimento de carros movidos a hidrogênio (Foto: Divulgação)
De acordo com a montadora, graças à arquitetura “Range Extender” - que utiliza o hidrogênio para prolongar a autonomia proporcionada pelas baterias – o modelo elétrico tem autonomia de 500 km, próximo daquele alcançado por um veículo com motor a explosão convencional. Somente com o funcionamento da bateria, o carro tem autonomia para um raio de 75 km. O projeto FiSyPAC (Fiabilização de Sistema Pilha a Combustível), iniciado em 2006, focou essencialmente a concepção de componentes de alto desempenho e rendimento. O projeto contou com a participação de laboratórios de pesquisa franceses, como a Comissão Francesa de Energia Atômica (CEA) para a Pilha a Combustível, e com parceiros industriais, como o JCS para as baterias lítio-íon. Assim, com menos de 1 kg de hidrogênio por 100 km, o demonstrador Peugeot 307 CC FiSyPAC se posiciona no melhor nível mundial. O Grupo PSA também conseguiu quadruplicar a duração de vida da PAC e aumentar seu rendimento em cerca de 20% com relação a 2006. Apesar da evolução, esses progressos ainda precisam ser aperfeiçoados, já que o custo do sistema Pilha a Combustível e das baterias lítio-íon são altos, a duração de vida da Pilha a Combustível é curta e é preciso da criação de uma infra-estrutura de distribuição de hidrogênio ao público.
C-Zero é o novo modelo elétrico da Citroën (Foto: Divulgação)
Segundo a PSA, por causa disso, a perspectiva de industrialização e comercialização de massa poderia se concretizar a partir dos anos 2020-2025. Além de desenvolver veículos a hidrogênio, o grupo PSA Peugeot Citroën possui diversos programas de modelos ecologicamente corretos como os veículos elétricos Peugeot Ion e Citroën C-Zero — que serão comercializados na Europa no final de 2010 —, os veículos híbridos diesel Peugeot 3008 e Citroën DS5, previstos para 2011, e também o híbrido diesel recarregável que será lançado em 2012.
Fonte:g1
Disponível em:
http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1406352-9658,00-PSA+PEUGEOT+CITROEN+APRESENTA+O+CC+MOVIDO+A+HIDROGENIO.html

Volkswagen compra 49,9% de participação na Porsche

A Volkswagen deu o segundo passo em sua integração de várias etapas com a Porsche SE, comprando 49,9% de participação nesta segunda-feira (7) no negócio de carros esportivos por 3,9 bilhões de euros (US$ 5,8 bilhões). O acordo significa que a Porsche SE não irá mais consolidar a Porsche AG em seu balanço.

"A aquisição do negócio de varejo de carros da Porsche Holding está planejada para 2011. Durante 2011, um grupo automotivo integrado será concluído através da fusão da Volkswagen com a Porsche SE", disse a Volks em comunicado nesta segunda-feira.

A Porsche está atualmente avaliada em12,4 bilhões de euros.

A Volkswagen reafirmou que a integração levará a sinergias anuais de cerca de 700 milhões de euros. A Volkswagen avaliou a Porsche AG e a Porsche Holding, maior grupo de concessionárias de veículos da Europa, em 16 bilhões de euros em capital e dívida.

Décima marca

A compra será financiada por meio de um aumento de capital por um valor global estimado de 8 bilhões de euros até 2014, que foi autorizado pelos acionistas da Volkswagen na última quinta-feira (3). Com a operação, a Porsche se transforma na décima marca do grupo Volkswagen, que já conta com as marcas Audi, Bentley, Bugatti e Lamborghini, entre outras. A Volkswagen planeja se tornar a maior montadora do mundo em 2018 e, assim, ultrapassar a japonesa Toyota.

Camaro SS70 by: Edú Oliveira.

Era para ser apenas uma customização do Camaro mas acabou ficando tão parecido com a geração de 1970 na qual foi a minha preferida.
O Camaro SS70 tem linhas bem mais clássicas diferentes das do atual, grande abertura da grade, o habitáculo foi recuado deixando o capô mais longo e a ausência da última janela.


As lanternas redondas também estão presentes nesta versão e o vidro traseiro é mais largo.
História do Camaro
Cupê esportivo americano o primeiro Camaro de 1967 foi construído na base do Chevrolet Nova, uma resposta da Chevrolet ao Ford Mustang. A segunda geração de 1970 tinha um estilo que lembrava alguns esportivos europeus, essa geração foi a mais conhecida e em frente com mudanças em 1974 na frente, traseira e um vidro mais envolvente atrás.

Em 1982 a terceira geração como nos anos 80, era mais quadrada e mais leve, em 1993 a quarta geração trazia um desenho bastante futurista sendo que teria um face-lift em 1998 até encerrar sua produção em 2002.
Mas em 2009 foi o ano de sua volta com um desenho bastante agressivo e linhas inspiradas na primeira geração.

Chevrolet kadett Turim by: Giovane Silva

Uma das versões que planejei para o Kadett foi a Turim. Essa versão era uma homenagem da marca à cidade de Turim, na Itália.
A versão Turim é baseada na top LTZ, e tem a mesma motorização 2.0 16v Ecotec da versão normal. Para essa versão, inclui acessórios esportivos, que dão uma dica do que virá a ser o visual da versão GSI.Ah, os desenhos que faço aqui (e que agora será postado com maior frequencia) todos são feitos no Photoshop. E, a partir deste projeto do Kadett e suas versões, será com maior frequencia postado projetos mais próprios, não apenas "versões" como também modelos inéditos.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Lucas Di Grassi está muito perto da F-1 e tem o aval de Felipe Massa

Lucas Di Grassi está com um pé na Fórmula 1. O piloto da GP2, que tem contrato com a Renault, tem quase certeza de que na próxima temporada estará no grid da competição máxima do automobilismo mundial. Depois de vencer as 500 Millhas da Granja Viana na equipe de Felipe Massa, o piloto contou sobre a expectativa de integrar a categoria. - Eu acho que vou alinhar no grid da Fórmula 1 sim, estou preparado e espero por isso. Mas eu preciso aguardar a definição da Renault para saber por qual equipe vou correr. A prioridade é a Renault se ela continuar, mas se não der certo eu prefiro ir para a Manor – contou o piloto, com a convicção de que correrá na categoria no ano que vem, independentemente da equipe com a qual fechará contrato.
Se o público brasileiro não conhece muito o trabalho de Di Grassi, o amigo Felipe Massa comentou um pouco sobre as características e deu aval ao mais novo postulante ao quarto posto brasuca na F-1. Além do ferrarista, Rubens Barrichello e Bruno Senna já estão garantidos. - Eu vejo o Lucas como um piloto preparado para a Fórmula 1 e espero que ele possa entrar mesmo. Tem talento e técnica, como mostrou aqui, sem errar em corrida longa como as 500 Milhas. Mas o Lucas tem uma característica que poucos têm, e eu não tenho: ele pensa muito bem a estratégia de cada prova e sabe acertar o carro como poucos. O Lucas guarda os acertos dos seus carros em casa, desde os tempos de kart. Eu não tenho nem o da minha última corrida. Então, esse é um ponto forte dele - elogiou Felipe Massa.
Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa

Fonte:globoesporte
Disponível em:
http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Formula_1/0,,MUL1404995-15011,00.html

‘Essa vitória marca o meu recomeço’, afirma, emocionado, Felipe Massa

‘Essa vitória marca o meu recomeço’, afirma, emocionado, Felipe Massa
O piloto Felipe Massa vibrou muito com o tricampeonato nas 500 Milhas da Granja Viana, obtido na noite deste sábado, após 11 horas e 644 voltas na pista. O ferrarista ficou emocionado após a bandeirada final, quando foi aplaudido exaustivamente pelo público presente no kartódromo, e ainda fez um gesto de ninar, em homenagem ao seu primeiro filho, Felipe Bassi Massa, que nasceu na última segunda-feira. - Foi muito legal a reação do público, a vibração depois que cruzei a linha de chegada. Eu quero mandar um beijão para todos porque foi muito legal ver o autódromo inteiro me aplaudindo. Essa prova foi toda para o meu filho, e o gesto eu pensei em fazer já no fim - disse Felipe Massa, que preferiu não prometer nova homenagem.

Mesmo com toda a experiência de um piloto de Fórmula 1, o ferrarista estava realmente emocionado após a vitória na Granja Viana. A animação do piloto com o tricampeonato na difícil e tradicional prova do kart brasileiro deve-se muito mais ao imprevisto que encarou durante a temporada - o acidente que sofreu na Hungria que o tirou da disputa da F-1 no segundo semestre de 2009.


- Eu fui bem no Desafio das Estrelas, mas essa vitória foi maravilhosa, depois de tudo que passei na temporada, do nascimento meu filho. Não tem maneira melhor de recomeçar depois de tudo que enfrentei. Foi uma vitória merecida porque lideramos praticamente do começo ao fim. E não tem outro jeito melhor de mostrar que estou recuperado do que vencer uma corrida como essas 500 Milhas, com 11 horas de duração, sem errar ou bater. É difícil isso. Eu estou bem fisicamente e de cabeça nem se fale, com muita motivação mesmo, e essa vitória marca um recomeço - falou Felipe Massa
Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa

Fonte:globoesporte
Disponível em:
http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Esporte_a_Motor/0,,MUL1404993-15010,00.html

Bugatti Veyron Vs Pagani Zonda


Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa

Pagani Zonda Roadster F (onboard in Brazil)


Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa

Conversíveis: Volvo C70 e Mégane CC


Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa
Fonte:Autoesporte

Comercial do VW Polo Gti


Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa

Volkswagen POLO 2009



Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa

Punto turbo 260 cv


Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa

Pequeno comparativo entre Azera e Fusion V6






Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa

Vrum (SBT) avalia novo Ford Fusion V6 2010


Obs: Hoje estou trabalhando 24 horas seguidas ainda sem pc em casa