
Como funciona um airbag?
Desde sua criação, nos anos 80, os airbags já salvaram milhares de vidas. Se você colidir com algo, seu airbag pode inflar em menos de um décimo de segundo para protegê-lo das forças de uma colisão frontal.
Existem três partes em um airbag. Há a bolsa, feita de um tecido fino de náilon, que fica dobrada dentro do volante ou do painel do veículo. Há também o sensor que comanda a bolsa para que ela infle. Ele detecta uma força de colisão equivalente a um choque contra uma parede de alvenaria a uma velocidade de 16 a 24 km/h.
Finalmente, há o sistema de inflação. Os airbags são inflados pelo equivalente a um propulsor de foguete solido. O azido de sódio (NaN3) e o nitrato de potássio (KNO3) reagem muito rapidamente, produzindo um grande pulso de gás nitrogênio quente. Isto faz com que a bolsa infle, pulando para fora do volante ou painel quando se expande. Cerca de um segundo depois, a bolsa já está se desinflando, de forma a não machucar ou atrapalhar o passageiro. É por isso que ela possui muitos orifícios.
Existem três partes em um airbag. Há a bolsa, feita de um tecido fino de náilon, que fica dobrada dentro do volante ou do painel do veículo. Há também o sensor que comanda a bolsa para que ela infle. Ele detecta uma força de colisão equivalente a um choque contra uma parede de alvenaria a uma velocidade de 16 a 24 km/h.
Finalmente, há o sistema de inflação. Os airbags são inflados pelo equivalente a um propulsor de foguete solido. O azido de sódio (NaN3) e o nitrato de potássio (KNO3) reagem muito rapidamente, produzindo um grande pulso de gás nitrogênio quente. Isto faz com que a bolsa infle, pulando para fora do volante ou painel quando se expande. Cerca de um segundo depois, a bolsa já está se desinflando, de forma a não machucar ou atrapalhar o passageiro. É por isso que ela possui muitos orifícios.
A Honda anunciou nesta terça-feira (9) que expandiu um recall de veículos nos Estados Unidos por possíveis problemas no airbag. Mais 378 mil carros entraram no recall para a troca de airbags que, sob pressão excessiva, podem inflar demais, ferir e, no limite, até matar motoristas.
Segundo a montadora, no total já são mais de 822 mil carros afetados pelo recall, todos fabricados nos anos de 2001 e 2002, dos modelos Accord, Civic, Odyssey, CR-V e Acura TL.
A Honda disse que vai notificar os donos dos carros por escrito e que eles devem levar o veículo a uma concessionária quando receberem a carta. A montadora disse que foi notificada de 12 acidentes com os airbags, dos quais um resultou em morte.
A Honda fez o recall originalmente em 2008, incluindo menos de 4 mil veículos. Em julho do ano passado, o recall foi expandido para cerca de 440 mil carros.
O G1 entrou em contato com a Honda no Brasil sobre possíveis impactos no país, mas a assessoria diz que a empresa só deve se manifestar sobre o tema na quarta-feira (10).
Segundo a montadora, no total já são mais de 822 mil carros afetados pelo recall, todos fabricados nos anos de 2001 e 2002, dos modelos Accord, Civic, Odyssey, CR-V e Acura TL.
A Honda disse que vai notificar os donos dos carros por escrito e que eles devem levar o veículo a uma concessionária quando receberem a carta. A montadora disse que foi notificada de 12 acidentes com os airbags, dos quais um resultou em morte.
A Honda fez o recall originalmente em 2008, incluindo menos de 4 mil veículos. Em julho do ano passado, o recall foi expandido para cerca de 440 mil carros.
O G1 entrou em contato com a Honda no Brasil sobre possíveis impactos no país, mas a assessoria diz que a empresa só deve se manifestar sobre o tema na quarta-feira (10).













Montadora pretende vender 90.000 unidades do novo S60 por ano
Interior tem uma série de opções de acabamento para bancos e painel
Bancos se movem para aumentar espaço


Interior vem com vários detalhes do Série 5 sedã, como a instrumentação, o volante o console central








Edição comemorativa da versão esporte ganha detalhes em preto e nova cor (Foto: Divulgação)
Carro vem equipado com GPS, ar-condicionado manual ou automático, piloto automático e rádio MP3 e Bluetooth (Foto: Divulgação)


Prius ainda na linha de montagem (Foto: AFP)








Na traseura, as lanternas usam leds no lugar das lâmpadas convencionais
Instrumentos seguem o padrão adotados nos modelos Cerato e Soul
Interior espaçoso e com bancos do centro reguláveis
Se tudo correr bem, não haverá pressão, mas, sim, uma parceria com a torcida. Para finalizar, qual o recado que você deixa a torcida corintiana? Podem esperar um grande desempenho, vamos investir o máximo possível para levarmos o título com toda nossa experiência, apoio da equipe. Como diz o Ronaldo, sou mais um louco para o bando de loucos (risos).


Faróis e lanternas são as grandes novidades do carro




Porsche 911 Turbo S (Foto: Divulgação)






Amarok CS básica
Amarok CS equipada 



















O LFA materializou-se primeiramente com carroceria de alumínio. Mas quando nem a liga leve atingiu as metas ambiciosas de peso de Tanahashi, ele substituiu o material em grande parte por plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP). O chassi final do LFA tem o corpo central em CFRP com subestruturas de alumínio na frente e atrás, todo o pacote sendo envolvido por uma carenagem de fibra de carbono. A economia de peso em relação ao alumínio foi de cerca de 100 kg. Todo o trabalho com CFRP é feito na própria fábrica. Ajuda o fato de a Toyota ter uma longa história na indústria têxtil, mas passar de costurar suéteres para entremear fibras de carbono exigiu enormes gastos com tecnologia e ferramentas. (Espere o uso de CFRP em futuros carros da Lexus à medida que a Toyota busca retorno sobre seu investimento). O LFA roda sobre uma suspensão de alumínio, braços duplos na frente e um sistema multilink na traseira. A direção é eletricamente assistida para não consumir nem um pouco da potência do motor. O interior é um festival de fibra de carbono, couro, metal e couro sintético. Tudo é muito bem feito, ainda que na maior parte convencional (no console central há o mesmo controlador parecido com um mouse que você encontra no Lexus RX, por exemplo). Isso é, até que você veja o painel principal de instrumentos: atrás do volante fica o que aparenta ser um atraente tacômetro analógico – só que é uma ilusão criada por uma tela LCD. Quando é selecionado um dos quatro modos de direção – normal, automático, piso molhado ou esportivo – o tacômetro repentinamente muda de escala e cor (por exemplo, de preto para todo branco com uma grossa linha vermelha no modo esportivo). Ou aperte outro botão e o tacômetro... sai de cena para revelar uma gama de informações digitais. Muitíssimo bacana. Tanahashi nega que ele optou pelo LCD simplesmente para impressionar: “No começo, nós testamos um tacômetro analógico. Mas o V10 sobe os giros tão rapidamente que a agulha do mostrador não conseguia acompanhar!” A Toyota forneceu dois protótipos do LFA para passeios na autobahn alemã – além de voltas rápidas no campo de testes supremo: o anel externo de 21 km do circuito de Nürburgring. Apenas dois meses antes, eu havia pilotado o novo Mercedes-Benz SLS AMG Gullwing ao redor do mesmo “Inferno Verde”, então eu estava especialmente interessado em testar e comparar o rival LFA.
Volante tem detalhes em fibra de carbono e na cor vermelha. Sob o capô, está o motor V10Primeira impressão: o LFA é duro. Duro mesmo. Não há amortecedores variáveis, o chassi servido é só o prato da casa. Em trechos mais lisos da autobahn, a rigidez da suspensão é bastante irrelevante, mas não é difícil imaginar o LFA se tornando cansativo durante viagens longas em estradas mais irregulares. O V10 é brilhante: ele empurra bastante, exibe um torque aparentemente escondido (devido ao baixo peso) e impulsiona o carro ferozmente (a Toyota afirma que faz de 0 a 100 km/h em 3.7 segundos com máxima de 328 km/h). Aos 6.000 rpm ele grita descontroladamente – com 3000 giros sobrando! O som é enérgico, mas nem de longe tão empolgante quanto um V8 italiano. De pé embaixo na pista, as mudanças são rápidas o suficiente – mas, mais uma vez, os supercarros de sangue azul com suas embreagens duplas saem-se muito melhor. A direção é sólida, embora o chassi fique nervoso quando se chega perto do limite. O LFA não passa a sensação de um carro fácil, “orgânico”, como, digamos, o SLS AMG. Em contraste, o Lexus é um carro bastante “digital”. É a diferença entre um carro de uma empresa que vem fazendo supercarros por décadas e o carro de outra que está fazendo... bem, o primeiro supercarro de sua vida. De volta ao preço: mesmo por quase US$ 400 mil (no mercado norte-americano) a Toyota admite que vai ter prejuízo – em cada um dos 500 LFAs que fabricará. Quanto? Obviamente, a Toyota não revela. Para comparar, o preço inicial do Mercedes-Benz SLR McLaren Roadster de fibra de carbono é US$ 500.750 (nos Estados Unidos). Lembre-se, porém, que o LFA é acima de tudo um chamariz para uma marca, um anúncio no horário nobre objetivando acender a paixão em uma marca que fabrica carros comuns. Quem realmente se importa de o LFA em si perder algumas dezenas de milhões no processo? O que importa é que os 500 carros cumpram seu papel e incendeiem os corações e bolsos de potenciais compradores da Lexus. (Aliás, a Toyota admite que os compradores de LFAs serão em grande parte escolhidos a dedo para máxima visibilidade e publicidade.) O Lexus LFA é uma extraordinária obra de engenharia. Mas, rodeado pelos muito mais baratos Ferrari 458, Lamborghini Gallardo LP 550-2, Corvette ZR e até o Nissan GT-R de 82 mil dólares (nos Estados Unidos), como um supercarro ele vai precisar nadar como Michael Phelps para não se afogar em uma piscina muito funda.


A versão xDrive35i é a mais potente de todas e traz um motor de seis cilindros turbo, capaz de render 407 cv de potência. Segundo a montadora alemã, o modelo chega aos 100 km/h em 5,5 segundos, mas a velocidade máxima fica limitada eletronicamente em 250 km/h. Esta mesma versão pode contar com um motor semelhante, mas com potência de 306 cv, para quem não exige uma grande performance.
Faróis trazem iluminação por meio de LEDs
Por dentro, tela de 6,5" apresenta funções do sistema iDrive, de série em toda a linha





Transmissão automática é o principal destaque do carro (Foto: Divulgação)
Entre os itens novos de série o sistema de áudio com entrada USB e tela colorida de 4,3'' (Foto: Divulgação)
Conectividade está entre os itens de conforto (Foto: Divulgação)
Sentra 2010 ganhou teto mais curvo e traseira alta (Foto: Divulgação)




Um carro que com certeza virá é o novo Sable, e não sei porque ainda não o lançaram, tradicionalmente é o Taurus com uma frente nova.
Como a regra agora nos EUA é oferecer carros menores e mais econômicos, imediatamente pensei em uma versão Focus para o Mercury, e porque não reviver o nome Bobcat?
Esse já tinha postado, mas para aproveitar o tema está aqui o Cougar, que poderia ser feito na base do atual Mustang, mas com muitos elementos retrô.
A Mercury foi criada em 1939, como uma divisão, os carros eram praticamente os mesmos Fords, com leves alterações estéticas e um pouco mais requintados, um meio termo entre a Ford e a Lincoln.
A fase de mais sucesso da marca foi nos anos 60 com os modelos Marauder e Cougar.
década de 70 marcou um declínio, as linhas do Cougar ficaram mais comportadas e foi apresentado o menor carro da marca, o Bobcat, derivado do Ford Pinto.

Usei como base o novo Sonata, com as proporções diminuídas e tentei fazer de acordo com a imagem camuflada do carro, como a foto abaixo era a única referência para o resto tive que mesclar elementos de vários outros modelos da marca.
Imagem do flagra do novo carro que circula pela Net.

